LEVOU UM TAPA

“Fui agredido dentro da sala”, relata professor após ataque de alunos em escola cívico-militar de Cuiabá

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“Fui agredido dentro da sala”, relata professor após ataque de alunos em escola cívico-militar de Cuiabá
Reprodução

Estudantes foram encaminhados à Central de Flagrantes após agressão durante aula

Dois alunos da Escola Estadual Cívico-Militar Heliodoro Capistrano da Silva, no bairro Parque Cuiabá, em Cuiabá, agrediram um professor com tapas durante uma confusão dentro da sala de aula. Segundo a Polícia Militar, a equipe do 9º Batalhão foi acionada para atender a ocorrência.

De acordo com o relato, o desentendimento começou no início da aula, após um dos estudantes ser orientado a sentar no lugar definido. Mesmo após intervenção de um monitor, o aluno desobedeceu.

Ao tentar reorganizar a sala, o professor se aproximou e tocou no ombro do estudante, recolhendo o caderno para conduzi-lo ao assento correto. Nesse momento, um segundo aluno se levantou e desferiu um tapa no tórax do docente, empurrando-o contra a parede.

Na sequência, o primeiro estudante também agrediu o professor com um tapa nas costas. Ainda conforme o relato, o agressor continuou tentando atingir o docente, que utilizou um caderno para se proteger.

A direção da escola acionou os responsáveis e a Polícia Militar. Os dois alunos foram encaminhados à Central de Flagrantes para as providências cabíveis. Segundo a PM, eles não apresentavam lesões e não houve necessidade do uso de algemas.

O caso foi registrado como injúria real e será apurado pelas autoridades.

NOTA À IMPRENSA

Sobre o episódio de agressão física contra um professor durante atividade em sala de aula, envolvendo um estudante da Escola Estadual Heliodoro Capistrano da Silva, a Diretoria Metropolitana de Educação (DME) informa que a gestão da unidade adotou, assim que tomou conhecimento do fato, as providências cabíveis, conforme os protocolos institucionais e a legislação vigente.

O professor recebeu atendimento e acompanhamento, e o caso foi encaminhado aos órgãos competentes. Em relação ao estudante, foram aplicadas as medidas pedagógicas e disciplinares previstas, observados os trâmites legais e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

A escola reforça que situações de violência são tratadas com seriedade e responsabilidade, preservando a identidade, a integridade e a privacidade dos envolvidos.