SHOPPING POPULAR

Reconstrução do Shopping Popular pode ser concluída até dezembro, diz presidente da associação

· 2 minutos de leitura
Reconstrução do Shopping Popular pode ser concluída até dezembro, diz presidente da associação
Reprodução

Misael Galvão afirma que nova lei dará segurança para acelerar as obras e organizar os investimentos

O presidente da Associação dos Camelôs do Shopping Popular, Misael Galvão, afirmou nesta quinta-feira (13) que a reconstrução do empreendimento poderá ser concluída até dezembro após o prefeito Abilio Brunini (PL) sancionar a lei que garante à associação o direito de uso da área por 30 anos

Segundo Misael, a medida representa mais segurança para avançar com os trabalhos e organizar os investimentos necessários para entregar o novo espaço aos comerciantes, ele afirmou que saiu ainda mais otimista após a sanção e que a expectativa agora é acelerar a obra para que os associados possam receber o empreendimento até o fim do ano

A proposta foi aprovada por unanimidade pela Câmara de Cuiabá na terça-feira (11), com 24 votos favoráveis, a partir da sanção a associação também ficará responsável pela administração e manutenção de toda a área do Complexo Esportivo Manoel Soares de Campos, no bairro Dom Aquino, enquanto a Prefeitura ficará responsável pela fiscalização das obrigações previstas na lei

Misael explicou que a reconstrução conta com recursos de diferentes fontes, entre elas um financiamento do Governo de Mato Grosso por meio do MT Desenvolve, a participação do MT Par e uma emenda de R$ 10 milhões destinada pelo senador Carlos Fávaro (PSD-MT), segundo ele, os recursos devem contribuir para acelerar os trabalhos e a nova legislação permitirá regularizar a utilização do espaço

O presidente da associação também afirmou que o novo Shopping Popular será maior que o antigo e deverá gerar mais de 300 empregos, segundo Misael, o empreendimento deverá voltar ainda mais estruturado para atender os comerciantes e a população

O antigo Shopping Popular foi destruído por um incêndio em 15 de julho de 2024, Misael voltou a afirmar que o estabelecimento possuía alvará do Corpo de Bombeiros e cumpria as exigências de segurança, para ele o incêndio foi uma tragédia que não estava relacionada a problemas com a documentação ou com as normas exigidas pela corporação

Misael também negou que os atuais associados terão novas taxas para participar do novo empreendimento, conforme explicou, o estatuto permite a cobrança de valores de adesão somente para novos associados que poderão ingressar no espaço na condição de investidores