IDENTIDADE FALSA NÃO COLA

Mandante de espancamento da ex-companheira é preso após tentar se passar pelo irmão gêmeo durante abordagem da PRF

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Mandante de espancamento da ex-companheira é preso após tentar se passar pelo irmão gêmeo durante abordagem da PRF
Reprodução

Foragido por sequestro e agressões em Cuiabá, suspeito foi desmascarado após demonstrar nervosismo durante fiscalização em rodovia

Um homem apontado como mandante de um sequestro seguido de agressões contra a ex-companheira foi preso no Rio de Janeiro após tentar enganar a polícia usando um documento falso com a identidade do próprio irmão gêmeo.

A prisão ocorreu durante uma abordagem da Polícia Rodoviária Federal (PRF) a um veículo com placas de Cuiabá. No carro estavam outras pessoas, incluindo crianças, o que inicialmente não levantou suspeitas dos agentes.

Durante a fiscalização, o suspeito apresentou documentação em nome de outra pessoa. No entanto, o nervosismo e o comportamento considerado suspeito chamaram a atenção da equipe, que decidiu aprofundar a checagem.

Após verificação detalhada, os policiais descobriram que ele utilizava a identidade do irmão gêmeo para tentar escapar da Justiça. A farsa foi desmascarada e, na sequência, foi confirmado que havia um mandado de prisão em aberto contra ele.

O homem recebeu voz de prisão no local e foi encaminhado à delegacia no Rio de Janeiro. Os demais ocupantes do veículo também foram levados para prestar esclarecimentos.

O crime que motivou a prisão aconteceu no dia 13 de abril, em Cuiabá. Conforme as investigações, a vítima foi retirada à força da casa do pai por um grupo de criminosos.

Ela foi colocada em um carro e agredida durante todo o período em que esteve sob poder dos suspeitos. Horas depois, foi abandonada em uma região afastada, com diversos ferimentos pelo corpo.

A mulher foi socorrida e levada para atendimento médico, onde foram constatadas lesões graves, incluindo fratura em uma das costelas.

Mesmo após o crime, o suspeito ainda teria tentado intimidar a vítima por meio de ligações telefônicas, o que agravou ainda mais a situação.

O caso segue sob investigação das autoridades de Mato Grosso.