PARALISAÇÃO NACIONAL

“Sem acordo cumprido, não tem volta ao trabalho”, dizem servidores em greve na UFMT e UFR

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“Sem acordo cumprido, não tem volta ao trabalho”, dizem servidores em greve na UFMT e UFR
Reprodução

Paralisação atinge serviços administrativos e reduz atendimentos em áreas essenciais

Servidores técnico-administrativos da Universidade Federal de Mato Grosso e da Universidade Federal de Rondonópolis entraram em greve por tempo indeterminado em Mato Grosso, seguindo mobilização nacional da categoria.

A paralisação foi aprovada em assembleia do SINTUF-MT e tem como principal pauta o descumprimento de acordos firmados com o governo federal após a greve de 2024.

Na prática, a greve já impacta o funcionamento das universidades. Serviços administrativos estão suspensos, incluindo emissão de documentos, funcionamento de secretarias e apoio a atividades acadêmicas.

Na UFMT, a biblioteca foi fechada. Já unidades consideradas essenciais, como o Hospital Universitário Júlio Müller, operam com apenas 30% da capacidade, seguindo a legislação.

O movimento também atinge campi em cidades como Sinop, Barra do Garças e Rondonópolis, ampliando o impacto no estado.

Sem previsão de término, a greve deve continuar enquanto não houver avanço nas negociações com o governo federal. Representantes de Mato Grosso já foram enviados a Brasília para integrar o comando nacional do movimento.