ELEIÇÕES 2026

“Vejo o Pivetta no segundo turno contra a Natasha”, afirma Emanuelzinho Pinheiro; VEJA VÍDEO

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“Vejo o Pivetta no segundo turno contra a Natasha”, afirma Emanuelzinho Pinheiro; VEJA VÍDEO
Reprodução

Deputado federal diz que PSD manterá candidatura própria e aponta governador como principal adversário em eventual disputa pelo Palácio Paiaguás

O deputado federal Emanuelzinho Pinheiro (MDB) afirmou que, caso a deputada estadual Natasha Slhessarenko (PSD) dispute o Governo de Mato Grosso em 2026, o principal adversário dela em um eventual segundo turno será o governador Otaviano Pivetta (Republicanos).

Durante entrevista, o parlamentar defendeu a manutenção da candidatura própria do PSD ao Palácio Paiaguás, mas admitiu que, caso o projeto não ganhe musculatura política suficiente, apoiaria uma composição com o ex-governador e senador Jayme Campos (União).

“Eu vejo o Pivetta no segundo turno contra a Natasha. Primeiro porque é um homem que já foi prefeito de Lucas do Rio Verde, é bem avaliado, tem força no Norte do Estado e conta com a máquina do Governo”, afirmou.

Emanuelzinho destacou que permanecerá ao lado de Natasha até o fim da disputa, caso a parlamentar confirme a candidatura. Segundo ele, o projeto do grupo político passa pela defesa do desenvolvimento econômico aliado à redução das desigualdades sociais em Mato Grosso.

“Ela sendo candidata, estarei com ela até o fim. Acho que precisamos trabalhar para ganhar a eleição e implementar um projeto voltado ao desenvolvimento econômico e à redução da desigualdade social”, disse.

Apesar de defender a candidatura própria, o deputado ressaltou a importância de construir alianças para fortalecer o projeto eleitoral. Nesse contexto, apontou Jayme Campos como um nome competitivo para a disputa estadual.

“Vejo a candidatura do Jayme Campos como muito forte. A classe política sabe disso. Prefeitos e vereadores têm grande apoio ao nome dele”, afirmou.

Ao comentar outros possíveis concorrentes, Emanuelzinho avaliou que o senador Wellington Fagundes (PL) teria dificuldades para ampliar sua base eleitoral.

“Posso estar errado, mas vejo o Wellington nesse teto de 25% a 30%. Não vejo ele avançando além disso”, declarou.

Segundo o parlamentar, a eleição de 2026 deverá ser marcada pela disputa entre grupos que representam projetos distintos para o Estado, com foco tanto no crescimento econômico quanto nas políticas sociais voltadas à população mato-grossense.

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