Alencar afirma que Otaviano Pivetta representa a continuidade da gestão Mauro Mendes e diz que decisão da convenção será respeitada por todo o partido
O vereador por Cuiabá Dilemário Alencar (União Brasil) declarou apoio à tese defendida pelo ex-governador Mauro Mendes para que o União Brasil não lance candidatura própria ao Governo de Mato Grosso e apoie o governador Otaviano Pivetta (Republicanos) nas eleições de 2026.
Segundo Dilemário, Pivetta representa a continuidade da gestão que, na avaliação dele, colocou Mato Grosso "nos trilhos do desenvolvimento".
"Eu penso da mesma forma que o ex-governador Mauro Mendes. O melhor caminho para o União Brasil é fazer com que Mato Grosso continue andando para frente. E isso significa apoiar a candidatura do governador Otaviano Pivetta", afirmou.
O vereador destacou que Pivetta participou diretamente da administração estadual nos últimos sete anos como vice-governador e, por isso, conhece os projetos e ações desenvolvidos durante a gestão.
"Otaviano Pivetta acompanhou Mauro Mendes durante esses sete anos e ajudou a dirigir essa locomotiva que fez Mato Grosso avançar muito", disse.
Apesar de defender o apoio a Pivetta, Dilemário reconheceu a trajetória política do senador Jayme Campos (União Brasil) e afirmou que ele reúne condições para disputar qualquer cargo.
"Jayme Campos tem competência, foi um bom governador e é um bom senador. Penso que ele deveria avaliar a possibilidade de disputar a reeleição ao Senado ou indicar o candidato a vice-governador na chapa de Otaviano Pivetta. Essa seria a melhor receita para manter o União Brasil unido", declarou.
Questionado sobre qual posição adotará caso a convenção estadual escolha Jayme Campos como candidato ao Governo, Dilemário afirmou que respeitará a decisão da maioria.
"Se a maioria dos convencionais decidir pela candidatura de Jayme Campos, naturalmente o grupo do ex-governador Mauro Mendes fará essa discussão e seguirá a decisão da maioria do União Brasil", afirmou.
O vereador ressaltou, porém, que a definição ainda dependerá da deliberação da federação formada pelo União Brasil e o Progressistas (PP).
"Depois da decisão do União Brasil, o assunto ainda será analisado pelos convencionais da federação. A decisão final ficará acima, inclusive, da convenção do próprio União Brasil", concluiu.