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"O MDB tem três ministérios com Lula", diz Prefeito ao criticar aliança do partido com o PL em MT; VEJA VÍDEO

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"O MDB tem três ministérios com Lula", diz Prefeito ao criticar aliança do partido com o PL em MT; VEJA VÍDEO
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Prefeito de Cuiabá afirmou que legenda evita formalizar apoio nacional ao PT para não prejudicar candidatos que buscam o eleitorado de direita nos estados

O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), afirmou que o MDB adota uma estratégia política para manter espaço no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sem comprometer candidatos da legenda que disputam votos do eleitorado conservador nos estados. A declaração foi dada ao analisar as alianças para as eleições de outubro.

"O MDB tem três ministérios com o Lula. Tem tudo quanto é lugar. Mas por que o MDB não faz uma aliança nacional com o Lula diretamente? Porque existem alguns estados que têm candidatos que querem fazer de conta que são de direita, e esses estados se sentiriam prejudicados", declarou.

Atualmente, o MDB ocupa três ministérios no governo federal: o Ministério do Planejamento e Orçamento, comandado por Simone Tebet, o Ministério dos Transportes, sob responsabilidade de Renan Filho, e o Ministério das Cidades, chefiado por Jader Barbalho.

Na avaliação de Abilio, a estratégia da legenda é preservar a liberdade para formar alianças regionais, enquanto amplia sua representação no Congresso Nacional, especialmente na Câmara dos Deputados.

Segundo o prefeito, esse modelo permite que candidatos do MDB se aliem a partidos de direita nos estados, mesmo com a legenda integrando a base do governo Lula. Em Mato Grosso, ele citou como exemplo a composição da candidata ao Senado Janaina Riva (MDB) com o candidato ao Governo Wellington Fagundes (PL).

Abilio também afirmou que outras siglas do Centrão adotam comportamento semelhante em determinadas regiões do país, mencionando PSD e Republicanos.

Ao comentar um eventual segundo turno da disputa presidencial, o prefeito afirmou que essas legendas tendem a se alinhar novamente ao presidente Lula.

"No segundo turno, é óbvio que vai para o Lula", concluiu.

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