OPERAÇÃO APOSTA PERDIDA

“Se houver crime, quem vai pagar somos nós”, diz influenciadora do ‘Tigrinho’ de VG após operação por apostas ilegais; VEJA O VÍDEO

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“Se houver crime, quem vai pagar somos nós”, diz influenciadora do ‘Tigrinho’ de VG após operação por apostas ilegais; VEJA O VÍDEO
Reprodução Reporter MT

Alvo de investigação, influenciadora afirma que ainda não teve acesso ao processo e confirma busca e apreensão em casa

A influenciadora Jéssica Orben Vasconcelos Magalhães, de Várzea Grande, reagiu às críticas após ser alvo da Operação Aposta Perdida, deflagrada pela Polícia Civil de Mato Grosso, e afirmou que assumirá as consequências caso sejam comprovadas irregularidades.

“Se houver crime e a gente não conseguir provar nesta investigação, quem vai pagar somos nós”, declarou em vídeo publicado nas redes sociais.

Durante o desabafo, a influenciadora afirmou que ainda não teve acesso ao processo, que tramita em sigilo, e disse que as investigações estão em andamento.

Ela também confirmou que equipes policiais estiveram em sua residência, onde foram cumpridos mandados de busca e apreensão.

“Sim, gente, a polícia veio aqui, fez busca e apreensão de alguns bens. Nós estamos passando por uma investigação, não tem nada firmado ainda”, disse.

Jéssica é investigada junto com o marido, o empresário Wilton Wagner Magalhães, apontado como um dos envolvidos no esquema que promovia jogos de azar on-line, conhecidos como “Tigrinho”.

De acordo com a Polícia Civil, o grupo utilizava redes sociais para divulgar plataformas de apostas ilegais, atraindo usuários com promessas de ganhos fáceis e elevados. O modelo apresentaria características de pirâmide financeira.

A investigação também alcança a influenciadora Williane Orben Vasconcelos Coutinho e o empresário Erison Coutinho, reforçando a suspeita de atuação de um mesmo núcleo familiar.

Nas redes sociais, os investigados ostentavam viagens internacionais, veículos de luxo e imóveis de alto padrão, padrão considerado incompatível com a renda declarada.

Durante o vídeo, Jéssica também comentou sobre ataques recebidos e disse estar abalada.

“Eu sempre trabalhei desde os 16 anos. O que eu precisar provar, eu vou provar para a Justiça”, afirmou.

A Polícia Civil segue com as investigações.

Veja o vídeo

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